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Rei das Marchinhas, João Roberto Kelly lança música da Copa, quase aos 80 anos

17 JUN 2018
17 de Junho de 2018

Em seis décadas de carreira, ele compôs sucessos da MPB, como “Boato”, que explodiu nas paradas na voz de Elza Soares. Mas foram os serviços prestados à folia que lhe renderam o título de Rei das Marchinhas. No ano passado, o autor de clássicos como “Cabeleira do Zezé” e “Mulata Bossa Nova” brindou os foliões com a divertida “Alô, Alô, Gilmar”. Agora, ele lança sua mais nova criação, a “Marchinha da Copa”. Prestes a se tornar oitentão, no próximo domingo, o compositor garante que não pensa em aposentadoria. Ainda este ano, quer lançar um CD com sambas de teleco-teco. Além disso, uma produtora capta verbas para rodar um filme sobre sua vida e sua obra.

Como será sua comemoração dos 80 anos?

Estou muito feliz de poder comemorar no palco, com um show na Sala Baden Powell, no próprio dia 24, e outro no Cordão da Bola Preta, no dia 29. Acho até que não levo jeito para ter 80 anos. A pessoa nessa idade já está caída, com dificuldades. Eu ainda estou inteirão, sou o mesmo de sempre. Tenho cara de oitentão?

Como surgiu a Marchinha da Copa?

Eu e o Brasil inteiro ficamos muito tristes com aquele 7 a 1. Decidi fazer uma música para a Copa, mas não na linha ufanista. Um dos grandes defeitos da torcida é o “já ganhou”. Então, resolvi fazer uma marchinha para a gente cantar torcendo. Não sou do “já ganhou”, mas do “vamos torcer”. Quero sorrir no fim da Copa. Dessa vez, não vale chorar.


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